[male
vocals] (
Samba-soul
groove,
gentle
cavaquinho
plucking,
soft
surdo
rhythm)
Ô!
É
o
som
do
tempo,
a
gente
relembra
com
carinho...
Antigamente
era
diferente,
eu
guardo
na
memória
Mas
tinha
graça,
tinha
emoção
nessa
nossa
história
Tinha
pouca
tecnologia,
um
mundo
mais
calmo
e
chão
Mas
sobrava
imaginação
e
muita
pulsação
no
coração
Telefone
com
ficha,
a
espera
no
orelhão
Fotografia
revelada,
guardada
na
palma
da
mão
Ah,
aquele
tempo
que
a
gente
viveu
Onde
o
amor
era
carta,
onde
o
beijo
era
meu
Sem
pressa
pra
nada,
sem
tela
pra
ver
Só
eu
e
você,
só
o
prazer
de
viver
Ah,
aquele
tempo
que
a
gente
viveu
Onde
o
amor
era
carta,
onde
o
beijo
era
meu
Telefone
com
ficha,
a
espera
no
orelhão
Fotografia
revelada,
guardada
na
palma
da
mão
Ah,
aquele
tempo
que
a
gente
viveu
Ah,
aquele
tempo
que
a
gente
viveu
Onde
o
amor
era
carta,
onde
o
beijo
era
meu
Sem
pressa
pra
nada,
sem
tela
pra
ver
Só
eu
e
você,
só
o
prazer
de
viver
Ah,
aquele
tempo
que
a
gente
viveu
Onde
o
amor
era
carta,
onde
o
beijo
era
meu
Sem
pressa
pra
nada,
sem
tela
pra
ver
Só
eu
e
você,
só
o
prazer
de
viver (
Salve!)
Ô,
que
saudade
desse
tempo,
meu
irmão
Tudo
tinha
outro
jeito
de
funcionar,
era
mais
manual
Telefone
tinha
até
cadeado,
um
ritual
sem
igual
Quando
se
queria
impedir
alguém
de
usar
e
bisbilhotar
E
quando
vinha
a
conta
no
fim
do
mês,
era
um
susto
de
arrepiar
Hoje
é
só
apertar
uma
tela,
o
mundo
gira
na
palma
Mas
falta
aquele
brilho
que
acalmava
a
alma
Ah,
aquele
tempo
que
a
gente
viveu
Onde
o
amor
era
carta,
onde
o
beijo
era
meu
Sem
pressa
pra
nada,
sem
tela
pra
ver
Só
eu
e
você,
só
o
prazer
de
viver (
Vai!)
Ô,
que
saudade
desse
tempo,
meu
irmão
Naquele
tempo
tinha
ficha
pra
falar,
o
tempo
era
ouro
Depois
veio
o
cartão
pra
facilitar,
mas
perdeu-se
o
tesouro
Mas
se
a
ficha
acabasse,
o
papo
era
breve
Ficava
a
saudade
no
peito,
uma
brisa
leve
Hoje
o
sinal
é
forte,
mas
o
toque
é
frio,
distante
Sinto
falta
do
teu
olhar,
daquele
tempo
fascinante
Malandro
de
verdade
sabe
que
o
valor
está
na
essência
Não
na
rede
social,
nem
na
pressa
dessa
ausência
Vamos
resgatar
o
encanto,
o
calor
de
um
abraço
real
Samba
é
tradição,
é
o
nosso
ritual
Ah,
aquele
tempo
que
a
gente
viveu
Onde
o
amor
era
carta,
onde
o
beijo
era
meu
Sem
pressa
pra
nada,
sem
tela
pra
ver
Só
eu
e
você,
só
o
prazer
de
viver (
Mangueira!)
Ô,
que
saudade
desse
tempo,
meu
irmão (
Abre
alas
para
o
amor)
É,
o
tempo
passa,
mas
a
gente
se
entende
Na
batida
do
samba,
o
coração
compreende
Só
eu
e
você,
com
saudade
e
emoção
Fica
a
lembrança,
fica
o
nosso
refrão
Ah,
aquele
tempo
que
a
gente
viveu
Onde
o
amor
era
carta,
onde
o
beijo
era
meu
Sem
pressa
pra
nada,
sem
tela
pra
ver
Só
eu
e
você,
só
o
prazer
de
viver
Só
eu
e
você,
só
o
prazer
de
viver (
Salve!)
Ô,
que
saudade
desse
tempo,
meu
irmão
Tudo
tinha
outro
jeito
de
funcionar,
era
mais
manual
Telefone
tinha
até
cadeado,
um
ritual
sem
igual
Quando
se
queria
impedir
alguém
de
usar
e
bisbilhotar
E
quando
vinha
a
conta
no
fim
do
mês,
era
um
susto
de
arrepiar
Hoje
é
só
apertar
uma
tela,
o
mundo
gira
na
palma
Mas
falta
aquele
brilho
que
acalmava
a
alma
Ah,
aquele
tempo
que
a
gente
viveu
Onde
o
amor
era
carta,
onde
o
beijo
era
meu
Sem
pressa
pra
nada,
sem
tela
pra
ver
Só
eu
e
você,
só
o
prazer
de
viver (
Vai!)
Ô,
que
saudade
desse
tempo,
meu
irmão
Naquele
tempo
tinha
ficha
pra
falar,
o
tempo
era
ouro
Depois
veio
o
cartão
pra
facilitar,
mas
perdeu-se
o
tesouro
Mas
se
a
ficha
acabasse,
o
papo
era
breve
Ficava
a
saudade
no
peito,
uma
brisa
leve
Hoje
o
sinal
é
forte,
mas
o
toque
é
frio,
distante
Sinto
falta
do
teu
olhar,
daquele
tempo
fascinante
Malandro
de
verdade
sabe
que
o
valor
está
na
essência
Não
na
rede
social,
nem
na
pressa
dessa
ausência
Vamos
resgatar
o
encanto,
o
calor
de
um
abraço
real
Samba
é
tradição,
é
o
nosso
ritual
Ah,
aquele
tempo
que
a
gente
viveu
Onde
o
amor
era
carta,
onde
o
beijo
era
meu
Sem
pressa
pra
nada,
sem
tela
pra
ver
Só
eu
e
você,
só
o
prazer
de
viver (
Mangueira!)
Ô,
que
saudade
desse
tempo,
meu
irmão (
Abre
alas
para
o
amor)
É,
o
tempo
passa,
mas
a
gente
se
entende
Na
batida
do
samba,
o
coração
compreende
Só
eu
e
você,
com
saudade
e
emoção
Fica
a
lembrança,
fica
o
nosso
refrão (
Êh!
Valeu!
Salve!)